quinta-feira, 11 de setembro de 2014
sexta-feira, 17 de janeiro de 2014
fantoches, chocolates e espanhóis!
Chocolate e fantoches!
cito:
1 de Janeiro de 1923, número 29,
Três fantoches, significando outros tantos Filipes, agitam do alto do seu palco (o trono?) caixas de chocolates “hespanhóis”, ostensivamente ignoradas por um choroso Zé Povinho (que só seria “inventado” por Bordalo Pinheiro cerca de três séculos mais tarde!).
O autor, talvez receoso do seu metafórico exagero, penintencia-se na legenda: “Chamar-lhes fantoches, aos 3 Filipes, porque nos queriam oferecer chocolates espanhóis?!… Acho forte! Hoje que entre espanhóis e portugueses não há senão boas relações de amizade, eles seriam os primeiros a preferir os da SIC, o melhor chocolate para creanças“
https://largodoscorreios.wordpress.com/category/sociedade/page/14/
cito:
1 de Janeiro de 1923, número 29,
Três fantoches, significando outros tantos Filipes, agitam do alto do seu palco (o trono?) caixas de chocolates “hespanhóis”, ostensivamente ignoradas por um choroso Zé Povinho (que só seria “inventado” por Bordalo Pinheiro cerca de três séculos mais tarde!).
O autor, talvez receoso do seu metafórico exagero, penintencia-se na legenda: “Chamar-lhes fantoches, aos 3 Filipes, porque nos queriam oferecer chocolates espanhóis?!… Acho forte! Hoje que entre espanhóis e portugueses não há senão boas relações de amizade, eles seriam os primeiros a preferir os da SIC, o melhor chocolate para creanças“
https://largodoscorreios.wordpress.com/category/sociedade/page/14/
os fantoches e os chocolates
ABCzinho
Carnaval de 1922
O número 9 é relativo ao Carnaval. Não traz o quadro histórico mas dedica a capa à SIC. A figura de um prestigitador (!?), com um fantoche na mão, de cartola, bengalim e rosa ao peito, tendo um passarinho pousado numa orelha, diz:
Depois do ABC-zinho a melhor coisa que há são os Bombons da S.I.C. Experimentem.
Carnaval de 1922
O número 9 é relativo ao Carnaval. Não traz o quadro histórico mas dedica a capa à SIC. A figura de um prestigitador (!?), com um fantoche na mão, de cartola, bengalim e rosa ao peito, tendo um passarinho pousado numa orelha, diz:
Depois do ABC-zinho a melhor coisa que há são os Bombons da S.I.C. Experimentem.
fantoches na Foz do Douro
Este postal ilustra uma praia na Foz do Douro, que tinha o nome praia do Ourigo "Srª da Luz" junto á praia dos Ingleses, e pertencia ao Banheiro Claudino que mais tarde foi dono dos "Banhos Quentes da Foz". Na imagem também se confirma a existência dos Fantoches "Robertos" que animavam as praias durante a época balnear.
No postal: "Logo que vi este postal me lembrei de que ficavas contente ao o retrato dos nossos amigos fantoches. D. roberto ainda não disse ao cão: Deia-lhe um bife - O cão ferrô-me.
Tua tia muito amiga.
Maria ... Paco"
No postal: "Logo que vi este postal me lembrei de que ficavas contente ao o retrato dos nossos amigos fantoches. D. roberto ainda não disse ao cão: Deia-lhe um bife - O cão ferrô-me.
Tua tia muito amiga.
Maria ... Paco"
tradição portuguesa
A grande tradição portuguesa do teatro de marionetas possui um carácter essencialmente popular: o conhecimento era transmitido oralmente, de pais para filhos, ao longo de gerações, e a sua história foi sendo esquecida e ignorada pela maior parte dos historiadores das artes teatrais.
Quando pensamos em bonecreiros populares vem-nos à memória a imagem romântica da típica barraca de fantoches, montada em praias ou jardins, mas a realidade portuguesa era muito mais rica: verdadeiros empresários de teatro atravessavam o país de norte a sul com os seus pavilhões ambulantes, onde apresentavam espectáculos de marionetas de luva e de fios.
Era o caso de Manuel Rosado, dono e promotor de um teatro ambulante, o Pavilhão Mexicano, em actividade ainda nos anos setenta do século XX.
cito: Museu da Marioneta
Quando pensamos em bonecreiros populares vem-nos à memória a imagem romântica da típica barraca de fantoches, montada em praias ou jardins, mas a realidade portuguesa era muito mais rica: verdadeiros empresários de teatro atravessavam o país de norte a sul com os seus pavilhões ambulantes, onde apresentavam espectáculos de marionetas de luva e de fios.
Era o caso de Manuel Rosado, dono e promotor de um teatro ambulante, o Pavilhão Mexicano, em actividade ainda nos anos setenta do século XX.
cito: Museu da Marioneta
quinta-feira, 3 de janeiro de 2013
Vida Mundial - 1970 - Teatro de Marionetas , um instrumento pedagógico
Começar com um olhar para trás.
Escrito em 1970 este artigo com mais de 40 anos continua muito actual.
Eis que me cruzo com esta revista, num alfarrabista no Porto.
Vida Mundial - 1970 - Teatro de Marionetas , um instrumento pedagógico
"Nos nossos dias, o teatro de marionetas integra-se cada vez mais na sua nova função social e representa o mais importante capítulo no espectáculo para crianças"
O artigo de duas páginas foi escrito por Henrique Delgado
Nota: está omissa a segunda página que irei colocar num outro post.
Coloquei a mesma com grande resolução que possam ler o artigo.
Filipa Mesquita
quinta-feira, 27 de dezembro de 2012
terça-feira, 25 de dezembro de 2012
quarta-feira, 12 de dezembro de 2012
Imagens e iluminuras medievais
Será? São classificadas como iluminuras medievais.
Pergunto e respondo que faltam menções às suas datas precisas, às suas origens e localizações.
A ser verdade é um facto de grande valor. Acreditamos, vamos crer que sim..procuramos os créditos das mesmas.
Pergunto e respondo que faltam menções às suas datas precisas, às suas origens e localizações.
A ser verdade é um facto de grande valor. Acreditamos, vamos crer que sim..procuramos os créditos das mesmas.
Joshua Benoliel
Recordo a presença desta imagem datada de 1910 em Lisboa.
Contactei o instituição que preserva o seu espólio mas infelizmente não possuem o original.
Na hemeroteca nacional podem consultar o artigo original desta imagem.
Contactei o instituição que preserva o seu espólio mas infelizmente não possuem o original.
Na hemeroteca nacional podem consultar o artigo original desta imagem.
quinta-feira, 6 de dezembro de 2012
O teatro de marionetas no panorama teatral português:: Breves considerações
O teatro de marionetas no panorama teatral português
Breves considerações
Por Filipa Mesquita
Muito foi feito, muito está por fazer.
Ao nível nacional existem diversas estruturas dispersas de
norte a sul do país, estruturas profissionais nas quais se deparam distintas
formas e abordagens ao objecto animado.
Existe ainda uma ampla possibilidade de comunicação entre
marionetistas, diversos festivais que se pautam por possibilitar a mostra de
espectáculos a nível nacional bem como a nível internacional.
A abordagem à marioneta é executada de distintos modos, quer
seja de um modo clássico, mais tecnicista ou ainda performativo e
contemporâneo, explorando os desenvolvimentos tecnológicos que este século nos
permite.
Existe uma franja dedicada ao teatro de marionetas voltado
para a infância, sendo possível ainda apresentar o trabalho desenvolvido
teatralmente com as marionetas, para um público adulto, o que ao olhar mais
desatento poderá parecer superficial, no entanto tendo em consideração a
evolução da história da marioneta em Portugal, é um facto digno de salientar.
Estas conquistas obtidas pelo teatro de marionetas ao longo
destes últimos 40 anos permitiram a sua consolidação como técnica ou recurso
teatral que emerge na cena naturalmente , da necessidade da comunicação com o público.
Existe no entanto a falta da consolidação nas nomenclaturas,
das diferenciação nas distintas técnicas de manipulação, bem como ao nível
bibliográfico e ao nível da construção da história da marionetas, estamos muito
longe de poder obter material escrito e documentado sobre estas matérias.
Deste modo e numa série de documentos tentarei lançar
pistas, ideias e ponderações sobre o modo como o teatro de marionetas, não só
através da sua aprendizagem e abordagem a técnicas, além da tentativa de clarificação
de factores históricos e de apoio de nomenclaturas que, nos podem permitir a
sua aproximação ao público, bem como aos que tentar usar esta técnica como
abordagem teatral.
6 -12 - 2012
segunda-feira, 3 de dezembro de 2012
Sempre o D. Roberto
Mais uma fabulosa ilustração, mais uma vez impera a sátira política...
pode ler-se em baixo:
" vae prrrincipar a função! Começam os títeres m S. Bento! e vêr, rapazes...! Isto léva sempre as mesmas voltas! Sempre o D. Roberto..."
1902
domingo, 2 de dezembro de 2012
Revista Pim Pam Pum
Esta revista dirigida por Augusto Santa Rita, fundador do Teatro Mestre Gil foi lançada a 1 de Dezembro de 1925.
Augusto de Santa-Rita foi, o criador de O Teatro de Mestre Gil,
O Teatro de Mestre Gil teve a sua estreia em 26 de Março de 1943 no antigo café do Coliseu dos Recreios, às Portas de Santo Antão, passando, posteriormente, para a Feira Popular. Os fantoches eram da autoria do artista Júlio de Sousa e o repertório reunia maioritariamente peças de Luís de Oliveira Guimarães, mas também de Augusto de Santa-Rita e de Afonso Lopes Vieira.
Augusto de Santa-Rita foi, o criador de O Teatro de Mestre Gil,
O Teatro de Mestre Gil teve a sua estreia em 26 de Março de 1943 no antigo café do Coliseu dos Recreios, às Portas de Santo Antão, passando, posteriormente, para a Feira Popular. Os fantoches eram da autoria do artista Júlio de Sousa e o repertório reunia maioritariamente peças de Luís de Oliveira Guimarães, mas também de Augusto de Santa-Rita e de Afonso Lopes Vieira.
imagens retiradas dos seguintes sites:
http://kuentro.blogspot.pt/
http://criancas.centenariorepublica.pt/
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