ABCzinho
Carnaval de 1922
O número 9 é relativo ao Carnaval. Não traz o quadro histórico mas dedica a capa à SIC. A figura de um prestigitador (!?), com um fantoche na mão, de cartola, bengalim e rosa ao peito, tendo um passarinho pousado numa orelha, diz:
Depois do ABC-zinho a melhor coisa que há são os Bombons da S.I.C. Experimentem.
sexta-feira, 17 de janeiro de 2014
fantoches na Foz do Douro
Este postal ilustra uma praia na Foz do Douro, que tinha o nome praia do Ourigo "Srª da Luz" junto á praia dos Ingleses, e pertencia ao Banheiro Claudino que mais tarde foi dono dos "Banhos Quentes da Foz". Na imagem também se confirma a existência dos Fantoches "Robertos" que animavam as praias durante a época balnear.
No postal: "Logo que vi este postal me lembrei de que ficavas contente ao o retrato dos nossos amigos fantoches. D. roberto ainda não disse ao cão: Deia-lhe um bife - O cão ferrô-me.
Tua tia muito amiga.
Maria ... Paco"
No postal: "Logo que vi este postal me lembrei de que ficavas contente ao o retrato dos nossos amigos fantoches. D. roberto ainda não disse ao cão: Deia-lhe um bife - O cão ferrô-me.
Tua tia muito amiga.
Maria ... Paco"
tradição portuguesa
A grande tradição portuguesa do teatro de marionetas possui um carácter essencialmente popular: o conhecimento era transmitido oralmente, de pais para filhos, ao longo de gerações, e a sua história foi sendo esquecida e ignorada pela maior parte dos historiadores das artes teatrais.
Quando pensamos em bonecreiros populares vem-nos à memória a imagem romântica da típica barraca de fantoches, montada em praias ou jardins, mas a realidade portuguesa era muito mais rica: verdadeiros empresários de teatro atravessavam o país de norte a sul com os seus pavilhões ambulantes, onde apresentavam espectáculos de marionetas de luva e de fios.
Era o caso de Manuel Rosado, dono e promotor de um teatro ambulante, o Pavilhão Mexicano, em actividade ainda nos anos setenta do século XX.
cito: Museu da Marioneta
Quando pensamos em bonecreiros populares vem-nos à memória a imagem romântica da típica barraca de fantoches, montada em praias ou jardins, mas a realidade portuguesa era muito mais rica: verdadeiros empresários de teatro atravessavam o país de norte a sul com os seus pavilhões ambulantes, onde apresentavam espectáculos de marionetas de luva e de fios.
Era o caso de Manuel Rosado, dono e promotor de um teatro ambulante, o Pavilhão Mexicano, em actividade ainda nos anos setenta do século XX.
cito: Museu da Marioneta
quinta-feira, 3 de janeiro de 2013
Vida Mundial - 1970 - Teatro de Marionetas , um instrumento pedagógico
Começar com um olhar para trás.
Escrito em 1970 este artigo com mais de 40 anos continua muito actual.
Eis que me cruzo com esta revista, num alfarrabista no Porto.
Vida Mundial - 1970 - Teatro de Marionetas , um instrumento pedagógico
"Nos nossos dias, o teatro de marionetas integra-se cada vez mais na sua nova função social e representa o mais importante capítulo no espectáculo para crianças"
O artigo de duas páginas foi escrito por Henrique Delgado
Nota: está omissa a segunda página que irei colocar num outro post.
Coloquei a mesma com grande resolução que possam ler o artigo.
Filipa Mesquita
quinta-feira, 27 de dezembro de 2012
terça-feira, 25 de dezembro de 2012
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