quarta-feira, 12 de dezembro de 2012

Joshua Benoliel

Recordo a presença desta imagem datada de 1910 em Lisboa.
Contactei o instituição que preserva o seu espólio mas infelizmente não possuem o original.

Na hemeroteca nacional podem consultar o artigo original desta imagem.

quinta-feira, 6 de dezembro de 2012

Colecção Fantoche

Uma pequena raridade desaparecida...



Colecção fantoche 1951



O teatro de marionetas no panorama teatral português:: Breves considerações


O teatro de marionetas no panorama teatral português
Breves considerações

Por Filipa Mesquita

Muito foi feito, muito está por fazer.
Ao nível nacional existem diversas estruturas dispersas de norte a sul do país, estruturas profissionais nas quais se deparam distintas formas e abordagens ao objecto animado.
Existe ainda uma ampla possibilidade de comunicação entre marionetistas, diversos festivais que se pautam por possibilitar a mostra de espectáculos a nível nacional bem como a nível internacional.
A abordagem à marioneta é executada de distintos modos, quer seja de um modo clássico, mais tecnicista ou ainda performativo e contemporâneo, explorando os desenvolvimentos tecnológicos que este século nos permite.
Existe uma franja dedicada ao teatro de marionetas voltado para a infância, sendo possível ainda apresentar o trabalho desenvolvido teatralmente com as marionetas, para um público adulto, o que ao olhar mais desatento poderá parecer superficial, no entanto tendo em consideração a evolução da história da marioneta em Portugal, é um facto digno de salientar.
Estas conquistas obtidas pelo teatro de marionetas ao longo destes últimos 40 anos permitiram a sua consolidação como técnica ou recurso teatral que emerge na cena naturalmente , da necessidade da comunicação  com o público.
Existe no entanto a falta da consolidação nas nomenclaturas, das diferenciação nas distintas técnicas de manipulação, bem como ao nível bibliográfico e ao nível da construção da história da marionetas, estamos muito longe de poder obter material escrito e documentado sobre estas matérias.
Deste modo e numa série de documentos tentarei lançar pistas, ideias e ponderações sobre o modo como o teatro de marionetas, não só através da sua aprendizagem e abordagem a técnicas, além da tentativa de clarificação de factores históricos e de apoio de nomenclaturas que, nos podem permitir a sua aproximação ao público, bem como aos que tentar usar esta técnica como abordagem teatral.

6 -12 - 2012

segunda-feira, 3 de dezembro de 2012

Sempre o D. Roberto


Mais uma fabulosa ilustração, mais uma vez impera a sátira política...
pode ler-se em baixo:
" vae prrrincipar a função! Começam os títeres m S. Bento! e vêr, rapazes...! Isto léva sempre as mesmas voltas! Sempre o D. Roberto..."
1902

domingo, 2 de dezembro de 2012

Grandiosos espectáculos pelos fantoches de M. Política

Grandiosos espectáculos pelos fantoches de M. Política
Ilustração portuguesa de 1888


Revista Pim Pam Pum

Esta revista dirigida por Augusto Santa Rita, fundador do Teatro Mestre Gil foi lançada a 1 de Dezembro de 1925.


Augusto de Santa-Rita foi, o criador de  O Teatro de Mestre Gil,

O Teatro de Mestre Gil teve a sua estreia em 26 de Março de 1943 no antigo café do Coliseu dos Recreios, às Portas de Santo Antão, passando, posteriormente, para a Feira Popular. Os fantoches eram da autoria do artista Júlio de Sousa e o repertório reunia maioritariamente peças de Luís de Oliveira Guimarães, mas também de Augusto de Santa-Rita e de Afonso Lopes Vieira.





imagens retiradas dos seguintes sites:
http://kuentro.blogspot.pt/
http://criancas.centenariorepublica.pt/

quarta-feira, 28 de novembro de 2012

Qual a história do teatro de marionetas em portugal

Que história pode ser narrada, para podermos traçar uma história do teatro da marioneta em Portugal.
São apenas pequenas brechas e informações espaçadas, que nos permitem traçar um caminho, chegar a possíveis teorias.



Este documento é de facto de grande valor, narrando o nascimento da Companhia Mestre Gil, criada por Augusto de Santa Rita, irmão de Santa Rita Pintor. Tem, obviamente de ser analisado à distância de 16 de Abril de 1943.

http://hemerotecadigital.cm-lisboa.pt/OBRAS/GazetaCF/1943/N1328/N1328_master/GazetaCFN1328.pdf