Revista Hobby de 1953
pelo Instituto Argentino de Dibujo - Buenos Aires
quarta-feira, 14 de novembro de 2012
Branca Flor - O Teatro de Lília da Fonseca
O Teatro de Lília da Fonseca 1962 - 1982"
Museu da Marioneta
em parceria com Museu Nacional do Teatro
C.A.Ma. Centro de artes da Marioneta
(à venda no Museu da Marioneta)
Este pequeno livro é dedicado ao Teatro Branca Flor. É um documento muito interessante sobre a estrutura que teve bastante projecção liderada por Lília da Fonseca.
É um documento que poder ser útil quer a marionetistas, quer a estudantes de teatro bem como a professores e educadores.
O livre está muito bem documentado, repleto de desenhos, e fotografias da época.
segunda-feira, 12 de novembro de 2012
Sogobò Máscaras e marionetas do Mali
Foi no Museu de Etnografia que pela primeira vez tomei contacto com a colecção particular de marionetas e máscaras de Francisco Capelo.
Comprei este livro editado pelo Instituto português dos Museus pelo valor de 50 euros.
É uma edição de imensa qualidade com 320 páginas repletas de imagens de alta qualidade muito bem descritas e catalogadas.
Museu Nacional de Etnologia
"Sogobò Máscaras e Marionetas do Mali"
Instituto português dos museus
Nov-04
Comprei este livro editado pelo Instituto português dos Museus pelo valor de 50 euros.
É uma edição de imensa qualidade com 320 páginas repletas de imagens de alta qualidade muito bem descritas e catalogadas.
Museu Nacional de Etnologia
"Sogobò Máscaras e Marionetas do Mali"
Instituto português dos museus
Nov-04
sábado, 10 de novembro de 2012
Bibliografia para uma aprendizagem mais sólida
Recebo sempre muitos pedidos de apoio na bibliografia portuguesa disponível. Ora estamos de fato, limitados, darei conta aqui de diversas obras e publicações que disponho.
sexta-feira, 12 de outubro de 2012
O barbeiro diabólico.
Ora aqui está uma fotografia pertencente a Francisco Mota, do fantocheiro de Joaquim Pinto.
Ao observar mais atentamente
Reparem que:
Existe um cenário de fundo, onde claramente se observa uma porta na dimensão das marionetas.
O roberto está sentado numa cadeira.
Reparem na dimensão da navalha do barbeiro.
O barbeiro está vestido com túnica branca.
Irei continuar a análise desta fabulosa imagem.
Ao observar mais atentamente
Reparem que:
Existe um cenário de fundo, onde claramente se observa uma porta na dimensão das marionetas.
O roberto está sentado numa cadeira.
Reparem na dimensão da navalha do barbeiro.
O barbeiro está vestido com túnica branca.
Irei continuar a análise desta fabulosa imagem.
Reportório chegado até nós!
São 4 as histórias realizadas pelos bonecreiros portugueses:
O barbeiro
A tourada
O castelo dos fantasmas - apenas realizado pelo bonecreiro José Gil
Rosa e os três namorados - apenas realizado pelo bonecreiro José Gil
O barbeiro é a peça mais comumente realizada:
Existem algumas controvérsias relativamente à história, que não poderei esclarecer visto não ter realmente a certeza da origem destas ponderações.
"O Roberto vai ao barbeiro fazer a barba no dia em que irá casar com a sua namorada, o barbeiro executa com várias tropelias habilmente a seu ofício, cobrando 10 tostões os quais achando roberto um exagero, não paga. Inicia aqui uma luta de tal pancadaria que acaba com a morte do barbeiro.
Virá o padre para fazer o funeral, que apesar das diversas tropelias saírá com o caixão, para rapidamente aparecer o polícia, o diabo e a morte. Só roberto viverá."
Deste modo é realizada a história pela grande maioria dos bonecreiros, mas deixo aqui outras versões:
Francisco Mota:
Teatro de bonifrates e de sombras
Maria Palmira Moreira da Silva
"Apaixonado pela Rosa, que por sinal era toda boa, D. Roberto (artur) decide casar-se. No dia do seu casamento vai ao barbeiro fazer a barba e arranjar o cabelo. O barbeiro executa o seu trabalho num ambiente de divertida brincadeira. Por fim apresenta a conta. D. Roberto (artur) não paga por achar muito caro. Trava-se uma luta e o barbeiro acaba por matar o cliente. A polícias, os amigos e o próprio diabo acusam o barbeiro da sua crueldade e estes s todos corre à cacetada.
Faz-se o enterro onde o padre é agredido. Por fim surge o fantasma do Artur, tentando atormentar o barbeiro. Este nada temendo mata o fantasma à paulada. (simbologia do roberto que mata a morte)"
Ora aqui vos deixo o relato de Vitor Costa filho do Mestre Santa Bárbara
http://vitorcosta1971.wix.com/robertos/home
"O joao vai ao barbeiro fazer a barba e arranjar o cabelo para estar devidamente apresentado no dia do seu casamento.
No final do seu trabalho, o barbeiro apresenta a conta, o joao não paga por achar o preço exagerado envolvendo uma cena de pancadaria na qual morre o joao.
O barbeiro sem qualquer ressentimento corre ainda á paulada o diabo, o polícia e todos os personagens que o tentam acusar da morte do joao; sendo este enterrado e indo o barbeiro agredir o padre no funeral por representar para a figura do barbeiro uma hipocrisia religiosa.
Terminando desta forma, o teatro de tradição oral."
Existem diversos adereços utilizados nesta cena:
bastão
(comum a todas as cenas)
Para a cena do barbeiro
A vassoura
O prato da barba
O pano do barbeiro
A navalha da barba
Para a cena do padre
O caixão
Para a cena do diabo
dispositivo de fogo
para a cena da morte
a foice
É claro que nem todos os bonecereiros usam estes adereços e artíficios, mas estão amplamente presentes.
| Francisco Mota - O barbeiro diabólico |
| tourada à portuguesa |
O castelo dos fantasmas - José Gil
Rosa e os três namorados - Jose Gil
O barbeiro
A tourada
O castelo dos fantasmas - apenas realizado pelo bonecreiro José Gil
Rosa e os três namorados - apenas realizado pelo bonecreiro José Gil
O barbeiro é a peça mais comumente realizada:
Existem algumas controvérsias relativamente à história, que não poderei esclarecer visto não ter realmente a certeza da origem destas ponderações.
"O Roberto vai ao barbeiro fazer a barba no dia em que irá casar com a sua namorada, o barbeiro executa com várias tropelias habilmente a seu ofício, cobrando 10 tostões os quais achando roberto um exagero, não paga. Inicia aqui uma luta de tal pancadaria que acaba com a morte do barbeiro.
Virá o padre para fazer o funeral, que apesar das diversas tropelias saírá com o caixão, para rapidamente aparecer o polícia, o diabo e a morte. Só roberto viverá."
Deste modo é realizada a história pela grande maioria dos bonecreiros, mas deixo aqui outras versões:
Francisco Mota:
Teatro de bonifrates e de sombras
Maria Palmira Moreira da Silva
"Apaixonado pela Rosa, que por sinal era toda boa, D. Roberto (artur) decide casar-se. No dia do seu casamento vai ao barbeiro fazer a barba e arranjar o cabelo. O barbeiro executa o seu trabalho num ambiente de divertida brincadeira. Por fim apresenta a conta. D. Roberto (artur) não paga por achar muito caro. Trava-se uma luta e o barbeiro acaba por matar o cliente. A polícias, os amigos e o próprio diabo acusam o barbeiro da sua crueldade e estes s todos corre à cacetada.
Faz-se o enterro onde o padre é agredido. Por fim surge o fantasma do Artur, tentando atormentar o barbeiro. Este nada temendo mata o fantasma à paulada. (simbologia do roberto que mata a morte)"
Ora aqui vos deixo o relato de Vitor Costa filho do Mestre Santa Bárbara
http://vitorcosta1971.wix.com/robertos/home
"O joao vai ao barbeiro fazer a barba e arranjar o cabelo para estar devidamente apresentado no dia do seu casamento.
No final do seu trabalho, o barbeiro apresenta a conta, o joao não paga por achar o preço exagerado envolvendo uma cena de pancadaria na qual morre o joao.
O barbeiro sem qualquer ressentimento corre ainda á paulada o diabo, o polícia e todos os personagens que o tentam acusar da morte do joao; sendo este enterrado e indo o barbeiro agredir o padre no funeral por representar para a figura do barbeiro uma hipocrisia religiosa.
Terminando desta forma, o teatro de tradição oral."
Existem diversos adereços utilizados nesta cena:
bastão
(comum a todas as cenas)
Para a cena do barbeiro
A vassoura
O prato da barba
O pano do barbeiro
A navalha da barba
Para a cena do padre
O caixão
Para a cena do diabo
dispositivo de fogo
para a cena da morte
a foice
É claro que nem todos os bonecereiros usam estes adereços e artíficios, mas estão amplamente presentes.
segunda-feira, 8 de outubro de 2012
Museu da Marioneta
Convento das Bernardas
Rua da Esperança, n° 146
1200-660 Lisboa
Tel +351 213 942 810
Fax +351 213 942 819
Geral museudamarioneta@egeac.pt
Web www.museudamarioneta.egeac.pt
O Museu da marioneta tem reunido diversos espólios, é incontornável uma visita para conhecerem melhor e mais profundamente o Teatro Dom Roberto.
Rua da Esperança, n° 146
1200-660 Lisboa
Tel +351 213 942 810
Fax +351 213 942 819
Geral museudamarioneta@egeac.pt
Web www.museudamarioneta.egeac.pt
O Museu da marioneta tem reunido diversos espólios, é incontornável uma visita para conhecerem melhor e mais profundamente o Teatro Dom Roberto.
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