Aqui também Burattini carca de 1800 numa guarita mais elaborada e engalanada, o fantoche enverga um bastão enquanto contacena com um fantoche feminino, obsevado por crianças, homens e clérigos sorridentes, indiciando não só o caractér jocoso do espectáculo bem como a aceitação social generalizada desta representação.
Cópia de uma obra de Delarive (Portugal 1755 - 1918??), cerca de 1800, aqui observamos o modo mais simples de representação onde na soleira de uma porta separa os fantoches dos espectadores, que como se observa representam várias classes sociais e vários faixas etárias.
O bastão, uma figura que se assemelha ao diabo estão em clara acção lúdica e jocosa.
da colecção Costumes portugueses
Est nº4 1832 - 1833
É grande a beleza desta imagem, uma capa serve de guarita, observamos um jovem manipulando os fantoches bem como um instrumento musical, percebe-se a aceitação do público de distintas faixas etárias.
Guarita de António Dias
Percebe-se a tentativa de modernização, numa guarita de madeira pintada, onde claramente as infuências televisivas tentam apelar a um público infantil.
Guarita de Francisco Mota
utilização do quadro de xisto
Guarita de João Paulo Seara Cardoso com recurso à chita, com estampa tradicional.
A guarita de Manuel Dias (atrás) e de Nuno Pinto (à frente)
litrados e chitas são recorrentes nas guaritas, mais uma vez o quadro de xisto onde se marcam as horas de representação.
Guarita de Raul Constante Pereira (em primeiro plano) de José Gil (em segundo plano), de Jorge Soraes ( em terceiro plano), mais uma vez os listrados e as chitas.
guarita de José Gil (a chita de Alcobaça)
guarita de Jorge Soares ( o listardo, fazendo lembrar as barracas de praia) com o quadro de xisto.
guarita de Rui Sousa ( a utilização da chita)

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